segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Florinda Cheia de Amor

Em meio a esse movimento ecológico, que graças a Deus, muitos estão aderindo, ganhei de brinde esta sacola de algodão cru em uma feira de imóveis. Adorei!
Esqueci dos imóveis e voltei para casa pensando em como a customizaria e ficou assim.



Ótima para carregar pastinhas e folhas tamanho A4 (office), pensei, mas ela está servido para além de pequenas compras como padaria, bazar e mercadinho. Também tem ajudado a carregar o lanchinho da filhota para alguns passeios. Até minha mãe, que prefere uma bolsa pretinha básica arrisca sair com a Florinda Cheia de Amor.

Tenho procurado evitar as sacolinhas plásticas dos mercados, mas as vezes também peco, esqueço as ecobags ou vou crente que encontrarei caixas de papelão e quando passo pelo caixa ainda não estão disponíveis ou já foram usadas. Mas tenho tentado, e quero acreditar que tem feito a diferença para não desanimar.
Uma dica para não esquecer é deixar nossas ecobag em lugar visível na cozinha, pelo menos eu tenho o costume de parar no meio da cozinha e pensar no que tenho que comprar e é nesta hora que a danada da Florinda Cheia de Amor e suas amigas olham para mim.
Tenho que deixar algumas no carro também, e acho que não poderei esperar até uma próxima feira, ainda mais postando aqui, se eu estiver com uma sacolinha de mercado e encontrar alguém que leu este post, morrerei de vergonha, além de bancar a mentirosa.

No Japão, para não acumular muito lixo em casa, pois tudo devia ser separado e dependendo do lixo só era recolhido 1 ou 2 vezes no mês (pilhas - 1 vez ao ano), eu levava ao supermercados quando ia fazer compras. Lixos como pratinhos de isopor, caixinhas longa vida (tetra pak), latas, garrafas pet. Além disso, a maioria dos mercados davam um cartão que eles carimbavam cada compra que o cliente não usava as sacolinhas plásticas do mercado. Caribos acumulados resultavam em pequenos, mas valiosos descontos.
Era ótimo. Será que com a crise ainda existem tais cartões?
Antes de eu voltar ao Brasil em 2006, já existiam alguns mercados que não ofereciam cartões e nem sacolas, funcionavam 24 horas, e reduziam as luzes em períodos de pouco movimento do dia e da noite. Não eram mercados atrativos (eu mesma só ia em último caso), mas essa rede estava crescendo bastante na região que morava.

Se alguém tiver alguma dica para evitar as sacolinhas escrevam por favor!

beijinhos

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